Questo sito usa cookie per fornirti un'esperienza migliore. Proseguendo la navigazione accetti l'utilizzo dei cookie da parte nostra OK

Cooperazione Economica

 

Cooperazione Economica

As relações econômicas bilaterais

 

As relações entre a Itália e o Brasil, no âmbito das quais a cooperação econômica representa um eixo importante, atravessam uma fase muito positiva.

Alguns dados ajudam a explicar melhor a importância do Brasil como parceiro para as empresas italianas, tanto em termos de investimentos quanto de intercâmbio comercial.

O comércio entre Itália e Brasil voltou a crescer em 2017 (7%, totalizando 7,5 bilhões de dólares) após três anos consecutivos de queda. Apesar da recente retomada, tal valor é ainda 35% inferior com relação ao ápice de 2011. O superavit comercial italiano aumentou ligeiramente (de 381 milhões de dólares em 2016 a 397 milhões de dólares em 2017), apesar da dinâmica mais forte das importações provenientes do Brasil (+7,2%) com relação às exportações italianas ao Brasil (+6,9%). Entre estas últimas, destaca-se o significativo crescimento dos produtos farmacêuticos italianos (+18,2%), motores (+44,6%) e nafta (+504,8%).

A Itália representa o décimo primeiro mercado de destino para as mercadorias brasileiras (a quota italiana no total das exportações brasileiras equivale a 1,6%) e é o sétimo fornecedor do Brasil (segundo entre os países europeus, atrás da Alemanha e na frente da França, com uma quota sobre o total das importações brasileiras de cerca de 2,6%). As tendências de comércio não variaram significativamente nos últimos anos. O Brasil continua a exportar essencialmente produtos do reino vegetal e animal (25% do total, incluindo café e carnes), papel e celulose (18%), minerais ferrosos (11%), couro e peles (10%) enquanto importa máquinas e aparelhos elétricos (37%) e produtos químicos e farmacêuticos (20%).

No que concerne ao estoque de investimentos diretos, as últimas estatísticas disponíveis do Banco Central do Brasil relativas a 2015 (censo de 2016) colocam a Itália na décima posição entre os países investidores, com quase 11 milhões de dólares (segundo o método
de cálculo que leva em consideração a efetiva propriedade do capital). Os dados de fluxos entre janeiro de 2016 e novembro de 2017 colocam a Itália na oitava posição, com 4,3 bilhões de dólares.

Com relação à composição do estoque, os investimentos italianos no Brasil (segundo o conceito do investidor final) se concentram de modo predominante na indústria de transformação (33,6%), nos setores de informação e de telecomunicações (28%), eletricidade e gás (14,9%) e financeiro (9,2%).

Ainda muito limitados são os investimentos na Itália por parte de empresas brasileiras, ainda pouco propensas a se internacionalizarem, sobretudo fora das tradicionais áreas de interesse representadas pelo Cone Sul, África e Estados Unidos.

O censo da presença empresarial italiana registra hoje mais de 1000 filiais e estabelecimentos produtivos operantes no Brasil, que contribuem de modo significativo à geração de emprego. As empresas italianas continuam a investir ou anunciam mesmo uma intensificação dos investimentos: à FCA, Pirelli e Tim juntaram-se também com o tempo Ternium, Enel (que com a recente aquisição da Eletropaulo tornou-se a primeira distribuidora de energia elétrica no Brasil), Gavio, Atlantia e Intesa San Paolo, dentre outras.

Com relação à localização geográfica dos investimentos da Itália no Brasil, além dos estados do sul, mais desenvolvidos economicamente e meta preferida dos empresários italianos (mais da metade de nossas empresas estão concentradas no Estado de São Paulo), as empresas italianas estão também se aproximando do Nordeste (Pernambuco, Maranhão, Bahia) e do Centro (Goiás e Mato Grosso do Sul).

Para maiores informações, convidamos a consultar o site www.infomercatiesteri.it

 

 

DIPLOMACIA ECONÔMICA: PUBLICAÇÃO DE “FAQ” SOBRE A ASSISTÊNCIA ÀS EMPRESAS

As atividades de informação e comunicação às empresas a respeito da diplomacia econômica constitui uma prioridade para o MAECI (Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Internacional da Itália) e a sua rede no exterior. Em sintonia com essa ação de comunicação, encontra-se disponível no site institucional desta Embaixada uma série de “FAQ” de fácil consulta para as empresas, que descrevem de modo sintético e operacional quando e em quais modalidades é possível o contato com Embaixadas e Consulados a respeito de mercados externos. O objetivo é o de aumentar o conhecimento dos operadores a respeito do papel da diplomacia econômica, além de suas especificidades com relação aos instrumentos de apoio à internacionalização colocados à disposição de outros sujeitos. A diplomacia econômica constitui um instrumento de grande utilidade para acompanhar as empresas em seus respectivos processos de internacionalização nos mercados estrangeiros.

FAQ https://www.esteri.it/mae/it/servizi/sportello_info/domandefrequenti/quale-assistenza-per-le-imprese-italiane-all-estero.html

 


33